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Oiiii gente!!!

Hoje o post é um relato/desabafo que serve de dica para muitas mamães que se dedicam em tempo integral aos filhos.

Não vou entrar na questão “e quem trabalha, não é mãe integral?”… Vocês entenderam o que eu quis dizer ne?! Hehehe… Estou falando sobre a mãe (ou pai, por que não?!) que tem como “obrigação” cuidar dos filhos e da casa, sem ajuda de terceiros como escola, babá e empregada.

Fiquei muitos meses sem empregada e para qualquer ida “até a esquina” eu tinha que levar a Bru. Vocês sabem como é: tem que trocar fralda, roupa, sapato… Pensar se vamos demorar ou não, se precisa pegar um casaco ou não, a bolsa de fraldas, lanche, água e por ai vai.
Eu sempre levei a Bru comigo nas consultas ao obstetra, eventos ligados à maternidade, correios, salão de beleza e qualquer outro compromisso e isso acontecia muitas vezes por falta de opção.

Muitas vezes em que não era possível que ela fosse, eu a levava até a casa da minha sogra para que ela, ou geralmente, meu cunhado e namorada ficassem com a Bru. Sempre ajudaram muito e estavam dispostos, mas era um pouco cansativo pois eles moram a 30km da minha casa.

Bom, porque falei isso tudo?!

Minha atual empregada começou aqui em casa vindo 2x na semana e depois de um mês já passamos a 3x. A partir daí foi conquistando nossa confiança e comecei a ter um pouco de independência em relação à Bru para fazer pequenas coisas como ir à padaria ou supermercado enquanto ela dormia, ou até mesmo à academia do prédio, coisa que eu não podia fazer sem que ela estivesse dormindo no carrinho (ok, só fui 2x… Kkkkk).

Essa liberdade me fez MUITO bem! No primeiro dia em que ela OPTOU por ficar em casa com a Nana ao invés de sair comigo, lá no fundinho, pensei: “Nossa, ela está ficando independente. Será que eu não deveria sofrer de ‘dor no útero’?” Mas eu fiquei feliz de poder sair e voltar, ter o direito de ir e vir sem carregar mil tralhas, pensar se não estava esquecendo de nada e com a filha a tira colo.

Depois do aniversario da Bru, a Nana começou a vir todos os dias e tem me ajudado muito!!!

Quando uma amiga, Loreta, me falou de um curso/encontro de mães e que aconteceriam durante 8 semanas seguidas (já comentei do curso no post sobre a mãe imperfeita), pensei: “Será que eu posso ter esse compromisso só meu e por tantas semanas??” Tudo bem que são somente 3 horas durante a quarta de manhã, mas é tão bom poder sair, bater papo, refletir e voltar pra casa e ainda receber o melhor abraço do mundo… E mais: saber que ela sentiu minha falta, mas que ao mesmo tempo estava bem cuidada e tranquila em casa, sem ter que passar pelo “stress” de se vestir correndo, pegar bolsa, carro, transito, entrar e sair da cadeirinha.

Na semana passada pude ir ao laboratório fazer um exame de 2 horas (glicose) e ela ficou em casa dormindo. Quando cheguei já estava trocada, assistindo desenho e estava tudo bem! Que sossego!!!

Amigas e amigos, ser “Mãe em tempo integral” é sim muito bom e tenho prazer na companhia da minha pequena, mas poder ter autonomia para fazer algumas coisas sem ter que carregar a casa inteira junto, é ainda melhor!!

Só quem passa por isso sabe o quanto esses pequenos momentos fazem falta, então fica a dica! Se apóiem sim na empregada, e se não for possível, na mãe, sogra, cunhados, irmãos, claro, com moderação. Nossos pequenos não tem, não precisam e não devem passar por esse stress de vida corrida que levamos com mil compromissos, e dessa forma nós podemos fazer as pequenas coisas com mais calma e tranquilidade.

Sim, ela vai continuar indo comigo a muiiiitos compromissos (principalmente após às 10h da manhã e a mais de 20km de casa), mas não precisa ir até a padaria, farmácia, laboratório ou supermercado todas as vezes. E isso eu chamo de LIBERDADE! \o/

Tenho que curtir né, pq afinal só tenho mais 1 mês sem um bebê pendurado em mim o dia todo!!! Hahahhahahaha

Bjos mil!!!!! E vamos que vamos!!!

Sobre Aninha

Mãe de um trio de meninas: Bruna (6), Clara (4) e Alice (2). Dedico meu tempo à minha família e ao LookBebê. Antenada, adoro redes sociais e tecnologia e mais ainda, compartilhar conhecimento e informações sobre a maternidade.
Sou (fui) Biomédica, pós-graduada em Engenharia Biomédica, mas optei por mergulhar de cabeça na maternidade.